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Festival de Almada promove grande festa de encerramento

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Festival de Almada promove grande festa de encerramento com Feira dell’Arte, de Mário Botequilha, e Carapaus Afrobeat

O Festival de Almada, que está em sua 36ª edição, tem o seu encerramento nesta quinta, dia 18 de Julho, em grande festa.

Dia 18 ainda pode ver, às 18h30, na Sala Experimental do TMJB, a última criação da Companhia de Teatro de Almada: Se isto é um homem, de Primo Levi, com encenação de Rogério de Carvalho, e interpretação de Cláudio da Silva. O espectáculo será depois reposto, ainda este ano, de 29 de Novembro a 15 de Dezembro, no Teatro Municipal Joaquim Benite.

Também no TMJB, na Sala Principal, às 19h, última oportunidade para ver Quinze bailarinos e tempo incerto, pela CNB; Edison Otero, vai estar no Palco da Esplanada, para um concerto às 20h.

Em Cascais, às 21h, no Teatro Municipal Mirita Casimiro, pode ainda ver O sonho, de August Strindberg, com encenação de Carlos Avilez;

Às 22h, no Palco Grande da Escola D. António da Costa, temos o espectáculo de encerramento deste ano: Feira dell’Arte, de Mário Botequilha, com encenação de Miguel Seabra, pelo Teatro Meridional.

No final do espectáculo ficaremos a saber qual será o Espectáculo de Honra do próximo ano, depois de contados os votos do público, que votará à entrada para o espectáculo de encerramento.

E depois a festa de encerramento na Esplanada da Escola D. António da Costa, ao som dos Carapaus Afrobeat e com várias surpresas marcadas para as 23h30. E até para o ano!

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Carapaus Afrobeat

 

FEIRA DELL’ARTE no 36º Festival de Almada

Uma feira, nos arredores de uma qualquer grande cidade. Entre a roulotte das farturas e a barraca de louça de barro e fogareiros, dois actores anunciam o terceiro espectáculo do dia. É uma peça de Commedia dell’Arte, representada há muitas gerações, em muitas feiras de todo o Mundo, mas sempre da mesma maneira: Columbina e Zanni são os criados de Pantalone, um homem que, de moedinha em moedinha, fez fortuna. O texto que está na base deste espectáculo foi adaptado à nossa contemporaneidade política, revelando uma sociedade profundamente desigual e impermeável às dinâmicas da democratização.

Miguel Seabra (n. 1965) é actor, encenador e professor. Fundou em 1992 o Teatro Meridional (“a melhor sala de espectáculos do Poço do Bispo”, pode ouvir-se num anúncio radiofónico), que co-dirige com Natália Luiza. Dirigiu os Espectáculos de Honra do Festival de Almada QFWFQ – Uma História do Universo (2000), O Sr. Ibrahim e as flores do Corão (2013) e Al Pantalone (2015).

Mário Botequilha (n. 1969), argumentista de televisão e cinema (é dele o argumento do filme Soldado Milhões), assina textos satíricos para jornais. Escreveu as peças de teatro Contos do ÓcioO PicasDelírios dell’ArteO Estado da Nação e Al Pantalone, que recebeu o Prémio do Público do Festival de Almada de 2014 e o Prémio Nacional da Crítica de 2014 da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro.

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De Mário Botequilha
Encenação de Miguel Seabra

DESENHO DE LUZ: Miguel Seabra

INTERPRETAÇÃO: Emanuel Arada Rosinda Costa

ESPAÇO CÉNICO: Miguel Seabra Vítor Alves da Silva

FIGURINOS: Vítor Alves da Silva

MÚSICA ORIGINAL E ESPAÇO SONORO: Rui Rebelo

PRODUÇÃO EXECUTIVA: Rita Conduto

TEATRO MERIDIONAL (Lisboa, Portugal)

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ESCOLA D. ANTÓNIO DA COSTA | PALCO GRANDE | M/12

18 JUL | QUI | 22H

PREÇO: 15€

INFORMAÇÕES: +351 212 739 360 ou em www.ctalmada.pt