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“HAVIA UM SINO NO MEIO DA ESTRADA”, de Inês Botelho e Diogo Vaz Pinto.

Museu da Eletricidade, Lisboa – Imagem, Página Fundação EDP no Facebook

Desde 2004 a Fundação EDP promove e apoia iniciativas culturais e artísticas. Braço social do Grupo EDP, a fundação possui diversos centros culturais em Portugal, além de promover ações em educação, desporto e em outras áreas sociais. “Alinhada com a estratégia de sustentabilidade e com os valores do Grupo EDP, a Fundação EDP assume a missão de participar ativamente na afirmação do Grupo enquanto referência corporativa de inovação e transformação da sociedade portuguesa”.

Um dos sítios geridos pela fundação é o belíssimo Museu da Eletricidade. É dentro desta construção da primeira metade do século XX, em estilo de arquitetura industrial, que inaugurou no último dia 11 de março em Lisboa a exposição “HAVIA UM SINO NO MEIO DA ESTRADA”, de Inês Botelho e Diogo Vaz Pinto.

Estive na sala do Cinzeiro 8, do Museu da Eletricidade, visitando a escultura de Inês Botelho, “Do Cimo, um Ciclo” e a instalação literária de Diogo Vaz Pinto, “Terra Besta”. Criadas a partir da experiência dos dois artistas durante uma viagem a Índia, as obras trazem uma narrativa sobre a “paisagem táctil onde a força da natureza tropical e a cultura do sagrado coabitam, sobrepondo-se uma à outra, sem hierarquia.”

Em “Do Cimo, um Ciclo” de Inês Botelho, faz-se uma referência a natureza, a questões sagradas e divinas criando uma experiência visual e sensorial, que compactua a proposta da obra. Esta coerência na narrativa artística também está presente na obra de Diogo Vaz, “Terra Besta”. A instalação foi construída “com excertos do diário de viagem de Diogo Vaz Pinto à Índia”, narrados na voz de Inês Meneses.

“HAVIA UM SINO NO MEIO DA ESTRADA”, de Inês Botelho e Diogo Vaz Pinto, estará de 11 março a 22 maio de 2016, no Museu da Eletricidade em Lisboa, vale a visita.

Do Cimo, um Ciclo - Inês Botelho (Foto - Arte351)

Coluna – Renato Rodyner
Renato Rodyner, brasileiro, Porto Alegre, RS, Brasil, 1962. Artista plástico, Jornalista, Curador e Crítico de Arte, proprietário da Rodyner Gallery e Editor Geral da “Arte351 Magazine”.

1 Comment

  1. Great thnkinig! That really breaks the mold!

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